terça-feira, 6 de outubro de 2020

Musica da Semana - A Isso Chamam Blues




          Chegamos ao ultimo da lista dos álbuns que mais me influenciaram.

          Postagem 10/10 - A Isso Chamam Blues, I Believe In Blues.

          I Believe In Blues no caso é uma fita que meu amigo Ivan, o mesmo que me mencionei do álbum do Steve Vai e que escreveu a postagem sobre Celso Blues Boy em seu falecimento, gravou para mim com músicas de blues nacional. Isso lá pelos anos de 98/99. Nunca havia caído em meu ouvido blues que não fosse em trilha sonora de filme, ainda mais blues brazuca. Era uma fita magnifica que abriu e expandiu meus ouvidos para estilos novos, me influenciou a querer conhecer mais de musica e buscar mais sobre nossos artistas.

          Tamanha influencia não poderia ficar restria a apenas uma única musica, por isso buqsquei trazer todas. O problema era: Eu perdi a fita.

          Mais tarde em tempos de Mp3, não cabia mais levar seu walkman com a mochila cheias de fitas quando se podia usar um minúsculo aparelho com com 100 musicas dentro. Ela então ficou esquecida e desapareceu da casa dos meus pais quando eles arrumaram as bagunças depois que os filhos saíram de casa, e acabaram jogando muita coisa fora. De modo que, trazer as musicas que tinham nela sem saber exatamente quais eram ou de quem eram, foi tarefa meio complicada, porque entendam, ele só gravou a fita e botou um nome nela. 

          E mais nada. 

          Eu não fazia ideia de quem era quem naquela fita. O Boy era relativamente fácil, obvio que tinha que estar lá. 

          Mas e o resto?

          Nas semanas que desde que comecei as postagens passei a buscar as musicas e as respectivas versões. O que não era fácil. Música de um show ao vivo aqui, outra musica de um show ao vivo ali... E como nem o nome certo eu sabia (ou lembrava), buscava por trechos da letra. Não preciso dizer o quão nostálgico foi isso...heheheh

          Um grande prazer relembrar e ouvir novamente essas pérolas musicais.

          Espero que gostem delas tanto quanto eu gostei.

          PS: para quem estiver se perguntando sobre a imagem da fita na postagem, eu tive que fazer no photoshop o nome como em caneta na foto de uma fita. Por isso não está tão realista, não achei que isso era o mais importante para dar maior esmero. Creio que o principal é o conteúdo dela.




A Isso Chamam Blues



Sempre brilhará
Amor Vazio
Brilho da Noite

No vídeo acima encontram-se as 3 musicas. 
É só abrir no you tube que na descrição estão separadas onde começam cada musica do disco. 




Rock fora da lei




Blues Motel




Fumando na Escuridão




Mississipi




Terceiro Whisky 




O Louco da Cidade 




Canceriano Sem Lar 



O Sol Também Me Levanta 





Genuíno Pedaço do Cristo  



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segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Música da Semana - Come As You Are




           Álbum 9/10 dos álbuns que mais me influenciaram: Unplugged In New York, Nirvana.

          Quem nunca teve 15 anos que atire a primeira pedra. Conheci o nirvana antes disso, quando tinha aulas de violão com um colega que era fã do nirvana e me ensinava a tocar o instrumento com musicas do Nirvana, Guns e similares. Ele um dia gravou uma fita com  o álbum para mim, para que eu conhecesse as músicas e aprendesse a tocar mais fácil.  Aquilo abriu um  novo olhar sobre o rock para mim, que só conhecia coisas antigas na época (vide os álbuns anteriores).

          Até hoje considero esse um dos melhores acústicos que já ouvi, perdendo talvez para o do A-Ha, que ficou foda (recomendo que deem uma conferida nesse trabalho deles).






Come As You Are

"Come as you are, as you were
As I want you to be
As a friend, as a friend
As an old enemy

Take your time, hurry up
Choice is yours, don't be late
Take a rest, as a friend
As an old memory, yeah

Memory, yeah
Memory, yeah
Memory, yeah

Come doused in mud, soaked in bleach
As I want you to be
As a trend, as a friend
As an old memory, yeah

Memory, yeah
Memory, yeah
Memory, yeah

And I swear that I don't have a gun
No, I don't have a gun
No, I don't have a gun

Memory, yeah
Memory, yeah
Memory, yeah
(No, I don't have a gun)

And I swear that I don't have a gun
No, I don't have a gun
No, I don't have a gun
No, I don't have a gun
No, I don't have a gun

Memory, yeah
Memory, yeah"


Venha Como Você É

"Venha como você é, como você era
Como eu quero que você seja
Como um amigo, como um amigo
Como um velho inimigo

Leve o seu tempo, se apresse
A escolha é sua, não se atrase
Tire um descanso, como um amigo
Como uma antiga memória

Memória
Memória
Memória

Venha mergulhado em lama, encharcado em água sanitária
Como eu quero que você seja
Como uma tendência, como um amigo
Como uma antiga memória

Memória
Memória
Memória

E eu juro que não tenho uma arma
Não, eu não tenho uma arma
Não, eu não tenho uma arma

Memória
Memória
Memória
(Não, eu não tenho uma arma)

E eu juro que não tenho uma arma
Não, eu não tenho uma arma
Não, eu não tenho uma arma
Não, eu não tenho uma arma
Não, eu não tenho uma arma

Memória
Memória"


PS: Engraçado que eu nunca havia analisado a letra. Olhando agora, sem aquele olhar de antigamente para as letras do Kurt (de que ele era maluco apenas), vejo aqui um tipo de reconciliação. O jeito de alguém dizer para outro que sente saudades e que espera o retorno dela. Fala de alguém com quem tinha uma relação afetiva e conturbada. A letra toda fala disso, e é o que faz ela parecer uma letra maluca. Mas não é. Quando ele diz "eu juro que não tenho uma arma", acho que ele quer dizer "se você vier, não irei te atacar, te maltratar". Mas principalmente, a ideia principal é que ele aceita a outra pessoa "como ela é". Seja imunda (em seu erros) ou "limpa e alvejada", e deixando na escolha dela se volta ou não, mas que não terá todo o tempo do mundo para decidir ficando em cima do muro


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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Musica da Semana - The Audience Is Listening

 



          Álbum 8/10 dos álbuns que mais me influenciaram: Passion And Warfare, Steve Vai

          Influenciado por um colega de escola  (que já esteve e estará novamente no blog) fã de grandes guitarristas, comecei a ouvir, a conhecer, os grandes nomes da garota de 6 cordas. Não todos, mas alguns. Entre eles, obviamente, Van Halen, Joe Satriani, Yngwie Malmsteen... E claro, Steve Vai.

          Eu gostava muito de Van Halen e Satriani, mas Vai foi aquele que cuja a virtuose e técnicas mescladas a harmonia e melodia mais me cativaram. E me fizeram compreender num patamar mais elevado a guitarra instrumental. E consequentemente, a música instrumental de modo geral.

          A musica que trago essa semana é do álbum tido como um dos melhores dele. Nele se encontra a bela (e gravadas em inúmeras coletâneas de "love metal") For Love Of God. Mas a minha favorita é a divertida The Audience Is Listening.  O clipe mostra a brincadeira que ele faz na própria musica, a introdução em sala de aula pela professora, ele respondendo ela com a guitarra, mas realmente não é a coisa mais interessante visualmente. Recomendo que apenas ouçam mesmo.

          Num estilo que não é bem rock, não é bem blues, não é bem jazz, ela sempre me soou algo bem único e até diferente de todo o resto do álbum.






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